segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Porta-chaves - Porto Rico

 "O homem que tenta o seu melhor e fracassa é superior ao homem que nunca tentou."

 (Bud wilkinson)

Porto Rico foi descoberto pelo almirante Cristóvão Colombo na sua segunda viagem, em 19 de novembro de 1493. Mais tarde, a ilha foi colonizada por Juan Ponce de León e, durante quatro séculos, ficou sob domínio espanhol.

A ilha também é conhecida como o “País dos Rios” porque, apesar de ser tão pequena, possui mais de 1.300 rios e poços d’água.

A capital de Porto Rico é San Juan. Esta cidade é visitada todos os anos por mais de 5 milhões de turistas. O bairro histórico é conhecido como “El Viejo San Juan”.

O animal mascote, embora “não oficial”, do arquipélago é um sapo que chamam de Coquí.

Este porta-chaves foi pintado por uma nativa e está engraçado!



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Presépio - São Tomé e Príncipe

 “Não há quem possa resistir ao encanto de Africa.”

( Rudyard Kipling)

Entre as ilhas principais e os vários ilhéus em redor de ambas, São Tomé e Príncipe revela-se um país de enorme beleza natural que desperta a nossa curiosidade.

Trata-se de um povo sempre disponível para conversar, partilhar a sua forma descontraída de viver ou até mesmo para receber os visitantes sempre com um sorriso no rosto.

Na ilha de São Tomé encontra-se a “Lagoa Azul”, uma praia com pedras, água translúcida e boas temperaturas. Um lugar muito especial que nos transporta para a tranquilidade.

Porém, a Ilha do Príncipe também é conhecida pela preservação de espécies que só existem na sua floresta, onde é possível fazer grandes caminhadas. Foi nesta ilha que Albert Einstein comprovou a Teoria da Relatividade, no ano de 1919.

Este presépio foi esculpido com uma faca por um artesão nativo deste país. Faz parte da minha coleção! 




Anabela Mota - Lisboa

 “A áfrica muda-te para sempre, como nenhum outro lugar na Terra. Uma vez lá, nunca mais voltará a ser o mesmo.” ( Brian Jackson)

A cultura africana é vasta e diversificada, dotada de uma enorme riqueza imaterial, fator que se explica tanto pela diversidade de etnias presentes na África quanto pela influência de povos do Médio Oriente e europeus que tiveram contato com os africanos ao longo da história. 

A África é um continente de tradições profundas e diversificadas, e o artesanato africano é a expressão viva desse património. Cada peça é mais do que uma obra de arte; é uma conexão com o passado, uma narrativa da vida cotidiana e das crenças das comunidades africanas.

Máscaras, esculturas, danças rituais – o artesanato africano abrange uma ampla gama de formas, cada uma única e carregada com a essência de uma cultura vibrante. À medida que o tempo avançou, testemunhamos a evolução da habilidade artesanal, passando de simples representações da natureza para obras complexas.

Esta artesã nasceu em Moçambique e lançou esta simpática coleção intitulada de "África Minha."

Este presépio retrata bem a cultura africana e faz parte da minha coleção! 



segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

Presépio flor de Natal - Equador

 “Olhei a vida pelas lentes das flores e, dentro de mim, floresceu um jardim de esperança.”

(Dell Delambre) 

A Euphorbia pulcherrima, comummente conhecida como poinsétia, é uma planta nativa do México que é amplamente cultivada para fins decorativos devido às folhas modificadas de cor vermelho vivo que cercam as flores, como se fossem pétalas. As flores propriamente ditas são pequenas e agrupadas em pseudo-umbelas. A Estrela de Natal ficou conhecida como Poinsétia devido ao botânico Joel Roberts Poinsett, o primeiro embaixador dos Estados Unidos no México, que fez com que esta planta ficasse conhecida pelo mundo. 

Poinsett iniciou a tradição ao oferecer a Poinsétia aos seus amigos durante a época de floração da planta, que coincide exatamente com a época do Natal. Após o seu falecimento, a 12 de dezembro de 1851, a data foi reconhecida nos EUA como o Dia da Poinsétia, em homenagem ao seu primeiro grande admirador Joel Poinsett.

Aqui fica a foto deste presépio que faz parte da minha coleção! 




Presépio - China

 Sejamos como a primavera que renasce cada dia mais bela… exatamente porque nunca são as mesmas flores.” 

(Clarice Lispector) 

O emblema nacional da República Popular da China (em chinês: 中华人民共和国国徽) contém uma representação da porta de entrada da Cidade Proibida na Praça Tiananmen em Pequim, num círculo vermelho. Por cima desta representação estão cinco estrelas que se encontram também na bandeira da China. O vermelho no fundo da bandeira da China representa a revolução comunista, e a estrela maior é o Partido Comunista Chinês (PCC).

O amarelo representa o solo chinês iluminado pelo sol, sobre a terra vermelha, mostrando a produtividade daquele território.

As estrelas menores não possuem uma representação oficial, mas diz-se que significam o povo chinês e a simbologia indica o alinhamento da população com o Partido Comunista, em obediência e reverência.

A versão mais comum para a representação das quatro estrelas está relacionada às classes populares designadas por Mao Tsé-tung em seus textos. O líder da Revolução Comunista Chinesa, e fundador da República Popular da China, dividiu o povo em quatro classes: o proletariado, a burguesia urbana, o camponês e a burguesia rural. E cada uma delas seria uma estrela pequena na bandeira.

Todas as cinco estrelas possuem cinco pontas. As quatro menores formam um arco ao lado da maior, com um dos vértices voltados à estrela principal.

Este presépio foi elaborado sobre uma mini bandeira da China e faz parte da minha coleção! 





Micro presépio - Japão

 “Há uma primavera em cada vida: é preciso cantá-la assim florida, pois se Deus nos deu voz, foi para cantar! E se um dia hei de ser pó, cinza e nada que seja a minha noite uma alvorada, que me saiba perder, para me encontrar.”

(Florbela Espanca)

Originalmente, apenas a elite da sociedade praticava o pun-tsai com espécimes coletadas nativas, e, assim, as árvores foram espalhadas por toda a China como presentes de luxo. Durante o Período Kamakura, a arte de cultivar árvores em bandejas foi introduzida no Japão. Os japoneses desenvolveram o Bonsai ao longo de certas regras devido à influência do zen-budismo e do fato de que o Japão tem apenas 4% do tamanho da China continental. Os monges Zen desenvolveram suas paisagens em bandeja ao longo de determinadas linhas, de modo que uma única árvore em um vaso poderia representar o universo.

Foi na Dinastia Song (960-1279), que um monge japonês chamado Chonen presenteou o Imperador com leques japoneses em 988. No período Heian (794 d.C – 1185), o uso do leque era restrito por lei a apenas algumas classes sociais. Era feito de madeira cipestre, seda e a quantidade de tiras destacava o status de seu dono.

O leque redondo de uchiwa era usado no verão, feito de bambu e de papel com padronagens simples. É um brinde popular de empresas e largamente encontrado a preço barato.

Este micro presépio foi feito sobre uma cápsula de eucalipto e têm os símbolos do Japão, o que o tornam engraçado.





quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Presépio Selknam - Chile

 "A arte infiltra tudo, vive de tudo. Mas onde ela é maior, é precisamente onde menos se vê."

(Júlio Dantas)

O povo Selknam tinha crenças espirituais profundas, incluindo a fé num criador e a adoração de uma divindade principal. Esta tribo habitou a parte nordeste da Terra do Fogo e foi caçada até quase a extinção durante o a década de 1880-1900, por migrantes ocidentais. 

Este presépio retrata esta tribo mapuche que quase está extinta. 



Presépio com leques do Japão

 "O amor, para ser belo, não precisa de ser eterno."

 (Júlio Dantas) 

Segundo as lendas japonesas, Toyomaru de Tamba fez o primeiro leque inspirado na bater de asas de morcegos na época da Imperatriz Jingu (169 d.C – 269 d.C).

Durante a Dinastia Song (960-1279), um monge japonês, Chonen, presenteou o Imperador com leques japoneses.

No Japão, no período Heian (794 d.C – 1185), o uso do leque era restrito por lei a apenas para algumas classes sociais. Era feito de madeira cipreste, seda e a quantidade de tiras destacava o estatuto do seu dono.

No século XVIII e XIX, o leque tornou-se um item desejado pelas mulheres europeias e a realeza usava nos eventos sociais.

Este presépio foi elaborado com mini leques e está muito amoroso.