"A franqueza da mente esconde o infinito de nós."
(Jim Morrison)
Este pequeno presépio em metal faz parte da minha coleção!
"A franqueza da mente esconde o infinito de nós."
(Jim Morrison)
Este pequeno presépio em metal faz parte da minha coleção!
"Na brancura da neve, encontramos a beleza e a simplicidade da paz."
A Islândia é um Estado nacional cujo nome oficial é República da Islândia. É uma grande ilha situada no oceano Atlântico entre a Gronelândia e o norte da Europa.
Devido à sua localização na dorsal mesoatlântica, as erupções vulcânicas e os terremotos são frequentes na Islândia.
O nome da Islândia vem de um antigo vocábulo nórdico ísland que pode ser traduzido como “terra de gelo”. No entanto, o primeiro nome do território foi Snaeland (“terra de neve”), posto pelo navegador viking Naddoddr, das ilhas Faroé.
O primeiro colono islandês conhecido foi Ingólfur Arnarson, que se instalou no território da atual Reikiavik no ano 874. Foi seguido por muitos colonos nórdicos e seus escravos irlandeses. A comunidade assim criada foi evangelizada por volta do ano 1000, juntou-se à coroa norueguesa em 1262. Depois passou para a Dinamarca-Noruega no final do século XIV, quando a União de Kalmar surgiu.
Nos séculos seguintes, a Islândia foi uma das nações mais pobres da Europa. No início do século XIX, as Guerras Napoleônicas dividiram a Dinamarca e a Noruega através do Tratado de Kiel, pelo que a Islândia ficou nas mãos dinamarquesas. As condições de vida, depois de erupções vulcânicas e epidemias locais, impulsionavam a emigração a seus cidadãos, que fugiram ao longo do século principalmente para o Canadá.
Posteriormente, surgiu o Movimento de Independência Islandês, guiado por Jón Sigurösson, graças ao qual a ilha obteve sua própria constituição em 1874 e um governo autônomo com limitações, que logo foi expandido em 1904.
Em 1918, a Islândia anunciou-se ao mundo como uma nação soberana, sob o nome de Reino da Islândia, existindo em comunhão com a Dinamarca, a ponto de que as embaixadas dinamarquesas operavam com o brasão de ambas nações. Em 1943, os islandeses elegeram, em um referendo público, o fim da monarquia e o estabelecimento de uma república, cujo primeiro presidente foi Sveinn Björnsson.
Aqui fica a foto deste presépio que faz parte da minha coleção!
"Ok let's try again, but this time is good!"
(David Lynch)
A história do magnetismo remonta à época em que a humanidade encontrou pela primeira vez os magnetitas. Esses minerais magnéticos naturais, muitas vezes compostos de ferro e oxigénio ou hidróxido de ferro, cativaram as mentes curiosas das antigas civilizações grega e chinesa.
No século VI aC, o filósofo grego Tales de Mileto observou que as magnetitas possuíam a capacidade de atrair ferro e mover-se aparentemente por conta própria. Este reconhecimento precoce da propriedade fundamental do magnetismo lançou as bases para futuras pesquisas em pedras magnéticas.
Mais um presépio iman amoroso que enriqueceu a minha coleção.
Aqui fica a foto!
"O amor é grande mas cabe no breve espaço de beijar."
(Carlos Drummond de Andrade)
O tecido de Viana do Castelo teve inspiração no bordado de Viana e no traje típico desta cidade!
Os motivos dos bordados de Viana do Castelo são baseados em motivos da fauna e da flora da região, bem como da vida quotidiana das camponesas minhotas.
São: corações (contornados com ponto pé de flor, e baseado no sentido metafórico que as camponesas dão ao “cofre amoroso” pelo que bordam junto uma chave), folhas de trevo, de hera, morango, videira e carvalho (sempre estilizadas), chaves (estilização da chave de uma fechadura), cruzes (a cruz de Cristo bordada com o ponto de cruz, já usada nos lenços da mão), passarinhos, ângulos (linhas quebradas ou curvas que unem determinados motivos), japoneiras (estilização da flor da cameleira), silvas (linha recta ou curva de onde saem pequeninas folhas), vasos (estilizações de vasos de plantas), asas (pequenas argolas que rematavam o bordado de antigas camisas), botõezinhos (pequenas golas bordadas a cordão ou a cheio), caracol (linhas em espiral feitas com ponto de cordão), furinhos (pequenos buracos caseados também chamados ilhós), molhinhos (conjunto de pontos lançados em grupo de dois, sendo cada grupo cortado a meio por um ponto lançado na horizontal), murinhos (pontos de formiga que imitam um muro), pintinhas fechadas (bolas pequenas bordadas a cheio), trinca – fios (linhas quebradas com pontos a direito), rosas, cachos de uvas (cachos de uvas estilizados por uma série de círculos).
Aqui fica a foto deste bonito presépio que faz parte da minha coleção!
"Eterno é aquele que vive uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade que se petrifica e nenhuma força o resgata."
(Carlos Drummond de Andrade)
A rolha de cortiça tem uma longa história que remonta a milénios! No Antigo Egito,os egípcios usavam a cortiça para vedar recipientes de líquidos, incluindo vinho.
No entanto, foi na região do Mediterrâneo, especialmente em Portugal, que a produção em larga escala de rolhas de cortiça começou a florescer durante os séculos XVIII e XIX.
É produzida a partir da casca do sobreiro (Quercus suber), uma árvore nativa de regiões do Mediterrâneo, como Portugal, Espanha e sul de França.
Esta rolha é de uma garrafa de champagne e faz parte da minha coleção! Está muito amorosa!
"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade."
(Carlos Drummond de Andrade)
Em 1853, no estado de Vermont,David M. Smith obteve uma patente para um prendedor de roupa que aplicava o princípio da alavanca de Arquimedes, usando uma pequena bobina de metal entre dois pedaços de madeira.
Wilhelm Röntgen, um físico alemão, inventou a mola de compressão, que rapidamente se tornou um dos tipos mais comuns de mola utilizados até hoje.
Com os avanços contínuos na tecnologia de materiais, fabricação e design, espera-se que as molas se tornem ainda mais eficientes e versáteis no futuro.
Esta que vos apresento, faz parte da minha coleção e está muito amorosa!
"Por trás dos sonhos está sempre esforços que a gente não vê."
(Agostinho Silva)
Este presépio está maravilhoso e transparece a alegria nos rostos de Maria, José e o Menino.
Está assinado como sendo da cerâmica Walter. Este ceramista habita na cidade de La Paz e representa os sentimentos do seu povo com arte.
Aqui fica a foto!
"Nada vale mais do que o riso. É preciso rir de tudo, principalmente de si próprio."
(Frida Kahlo)
A Venezuela é um país quente e que têm uma cultura indigena muito forte! As casas são construidas de materiais mais leves.
Este presépio homenageia as casas coloniais de Caracas, com as suas lindas cores e flores a adornar os jardins. Está muito engraçado e faz parte da minha coleção!
"Ás vezes você têm que esquecer o que você sente e lembrar o que você merece."
(Frida Kahlo)
O Peru é um dos mais conhecidos países pela sua forte cultura indígena e tradicional.
A música peruana tem as suas raízes nas diversas culturas dos povos que vieram habitar o Peru. A música pré-colombiana era tocada em instrumentos tradicionais de madeira, semelhantes a flautas e flautas de pã, e que se pensava serem originários dos Andes.
No entanto, a influência dos conquistadores espanhóis mudou radicalmente a sonoridade da música peruana, principalmente com a introdução do violão, charango feito a partir de um tatu. concha.
A família é um valor que continua a ser fundamental para a maioria dos peruanos.
Neste presépio vemos José, Maria e o Menino Jesus vestidos com trajes típicos do Peru, e não podia faltar uma casinha típica peruana para se abrigarem. José vai tocar uma canção para embalar o Menino!
"O que é poesia? É amor. É o que dá sabor à vida."
(Adília Lopes)
Este presépio é de origem italiana e faz parte da minha coleção!