(Albert Einstein)
O marfim-vegetal é composto por açúcares, maioritariamente por manose – uma molécula cujo nome evoca o maná bíblico.
Existem várias espécies das quais se pode obter marfim-vegetal, contudo, a mais comum é uma palmeira nativa das florestas tropicais da América do Sul denominada jarina ou tagua, cujo nome científico é Phytelephas macrocarpa Ruiz & Pav., a partir das palavras gregas phytón = planta; eléphas = elefante; makrós = grande, comprido; karpós = fruto (literalmente, planta-elefante com frutos grandes).
Durante o período vitoriano, o marfim-vegetal foi muito popular na manufactura de pequenas caixas nas quais se guardavam agulhas, dedais e fitas-métricas.
Este presépio foi feito neste nobre material e faz parte da minha colecção!








