(Leonardo da Vinci)
As ilhas de São Tomé e Príncipe estiveram desabitadas até 1470, quando os navegadores portugueses João de Santarém e Pedro Escobar as descobriram. Foi, então, uma colónia de Portugal desde o século XV até à sua independência em 12 de Julho de 1975.
É um dos membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Vestida de verde opulento, bananeiras, mãe de cacau e café das roças, São Tomé é ilha fértil, paradisíaca, de generosa gente e tempo suspenso. Praias desertas, tropicalidade e savanas a tombar em mar; de um crioulo adocicado a agarrar linguarejar português!
E esta terra são-tomense, com cheiro a clorofila e maresia suave, tem, ainda, pressão baixa no desenvolvimento; e um paradoxo na arritmia: paisagens de invejar qualquer fôlego!
Quem vai a São Tomé, filha mais pequena da Mãe África, há-de querer deixar um pedaço da nossa abastada urbanidade perante o pouco, ainda, de quem lá vive, e que pode ser um pequeno suficiente para ajudar!
Falta apenas partilhar as fotos destes bonitos presépios em madeira!
Este presépio foi adquirido através das Irmãs Franciscanas Missionárias em S. Tomé e Príncipe. São uma simpatia. Foi extremamente ambicionado e conseguido!
Outra perspectiva do presépio:



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