“A borracha apaga, mas fica sempre uma marca.”
(Walter Bueno Domingues)
Com a escrita começaram a aparecer os erros e apagar era uma tarefa bastante complicada até meados do século XVII. A invenção do lápis e do papel facilitaram as coisas.
Em 1736 o cientista e explorador francês Charles Marie de la Condamine levou à Europa as primeiras amostras de uma nova substância extraída da seringueira, planta nativa das Américas Central e do Sul. Por volta de 1770, as primeiras amostras de borracha chegaram à Inglaterra. Segundo alguns relatos, a ideia de substituir o pão por borracha foi do engenheiro Edward Naime. Outros atribuem a descoberta a um químico inglês Priestly. Mais tarde Charles Goodyear aprimorou o processo de vulcanização da borracha, adicionando mais enxofre e expondo a substância a altas temperaturas. Essa técnica aumentava o poder de apagar sem rasurar.
Este simpático presépio faz parte da minha coleção!

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