“O pinheiro mais alto, é aquele que o vento agita mais vezes”.
(Horácio)
A cultura do pinheiro em Portugal tem raízes profundas, com destaque para o Pinheiro Bravo (Pinus pinaster), que é uma espécie autóctone do sudoeste europeu e norte de África, sendo considerado uma espécie fundamental da floresta portuguesa e pioneira na evolução ecológica.
A grande expansão e gestão do pinheiro bravo no território nacional tem um marco histórico importante com a plantação do Pinhal de Leiria (ou Mata Nacional de Leiria) por D. Dinis no século XIII, com o objetivo de fixar as dunas e proteger as terras agrícolas, além de fornecer madeira.
No século XV, a madeira do pinho foi crucial para a construção das caravelas que levavam os navegadores em buscas de novas terras e territórios, a era dos descobrimentos!
A cultura do pinheiro em Portugal fornece resina, casca para paisagismo, pinhas e é vital para a regulação do solo, biodiversidade e retenção de carbono.
Atualmente, o pinhal bravo representa cerca de um quarto da floresta portuguesa, enfrentando desafios como incêndios e pragas, mas mantendo a sua importância económica e cultural.
Este presépio está dentro de um pinheiro e faz parte da minha coleção!